BO16 - EngeObras

55 Stand da Tele Radio na Smopyc 2026. Que balanço fazem da vossa presença na Smopyc 2026? O que fica da experiência vivida nestes quatro dias de feira? O balanço é muito positivo. A Smopyc confirmou que continua a ser um ponto de encontro-chave para o setor, não apenas a nível comercial, mas também como espaço de debate sobre o futuro da maquinaria e da operação em campo. Retemos sobretudo a qualidade das conversas mantidas. Para além do volume de visitas, existiu um interesse real por soluções que proporcionem segurança, eficiência e facilidade de utilização em ambientes cada vez mais exigentes. Percebe-se um setor em evolução, com maior foco na digitalização prática e na otimização do trabalho do operador. Que produtos e/ou serviços apresentados em Saragoça tiveram maior impacto junto dos participantes? Porquê? As soluções que geraram maior interesse foram as nossas mais recentes gerações de sistemas de controlo remoto industrial, especialmente aquelas que combinam robustez, maior autonomia e conectividade. Em concreto, destacou-se a evolução que a gama Panther irá sofrer para a ‘PAQ-Line’, tanto pela sua compatibilidade com gerações anteriores como pelas melhorias em autonomia e conectividade, aspetos muito valorizados em aplicações intensivas. Também percebemos um interesse crescente por soluções com feedback ao operador e possibilidades de integração com aplicações móveis (iOS e Android), o que reforça a tendência para sistemas mais conectados e com maior capacidade de interação. O principal motivo deste impacto é claro: os clientes procuram soluções fiáveis, mas também mais versáteis, que lhes permitam interagir com maior autonomia e trabalhar com mais segurança e eficiência no dia a dia, sem necessidade de ajuda externa. Depois do que se viu e ouviu durante o certame, como esperam que o mercado evolua a curto, médio e longo prazo? A curto prazo, esperamos uma continuidade da procura, com um mercado que continua ativo, mas cada vez mais exigente em termos de valor acrescentado e serviço. A médio prazo, a tendência para a digitalização continuará a consolidar-se, mas de forma pragmática: não se trata apenas de incorporar tecnologia, mas sim de garantir que esta traz melhorias reais em produtividade, segurança e manutenção. A longo prazo, acreditamos que o setor evoluirá para ambientes mais conectados, onde o controlo remoto não será apenas uma ferramenta de operação, mas um elemento-chave dentro do ecossistema da máquina, integrando dados, automatização e suporte remoto. Neste contexto, a experiência do utilizador e a interação segura com a máquina serão fatores diferenciadores cada vez mais relevantes. n

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